As Edições Vida Nova nos brinda com mais uma grande obra a ser publicada por ela no Brasil, desta feita é sua 4º obra escrita pelo grande apologista William Lane Craig. Essa obra vem para abrilhantar a todos os que labutam e desejam labutar nessa área, a qual é essencial para manutenção e reposta da fé genuína (I Pe. 3.15). Á Edições Vida Nova os nossos parabéns, e que venham mais obras desse nível.
Você fica preocupado quando alguém lhe faz uma pergunta sobre sua fé e você não sabe como responder?
já tentou estudar apologética, mas se viu perdido no meio dos jargões teológicos e filosóficos?
o que fazer quando você mesmo enfrenta dúvidas relacionadas à sua fé?
Em guarda, leitor! Você tem em suas mãos as respostas para essas e outras tantas perguntas que deixam qualquer pessoa insegura na hora de defender sua fé. Trata-se de um manual de treinamento conciso, escrito por William Lane Craig, um dos mais renomados defensores da fé cristã na atualidade. O livro é repleto de ilustrações, notas explicativas e esquemas para ajudar na memorização dos melhores argumentos para a defesa de sua fé com razão e precisão.
Com um estilo envolvente, Craig oferece quatro argumentos plausíveis para a existência de Deus, defende a historicidade da ressurreição de Jesus e aborda o problema do sofrimento. Além disso, mostra por que o relativismo religioso não consegue responder ao nosso desejo de compreender as questões últimas da vida.
Provando que a defesa da fé não se faz apenas com palavras, o autor também compartilha sua própria história de vida, bem como o chamado de Deus para torná-lo um evangelista bem preparado e, ao mesmo tempo, relevante para a cultura contemporânea.
Ficha Técnica
Título: Em guarda
Subtítulo: Defenda a fé cristã com razão e precisão
Código: 100448
Autor: William Lane Craig
Editora: Vida Nova
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 320
Peso: 0 g.
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-275-0479-9
Categorias: Apologética - Vida Cristã - Missões e Evangelização
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Revista Apologética
A revista apologética, traz em sua nova edição uma contribuição enorme acerca do maior desafio hoje da Igreja, o movimento gay, veja abaixo o que esta nova edição traz para você:
Ano 3 – Edição 11
28 - TEOLOGIA GAYOs desafios da igreja diante do movimento gay
16 – Augustus Nicodemus | Julgar é falta de amor?
18 – A psicologia e a homossexualidade
20 – As causas da hossexualidade
22 – PLC 122: Uma mordaça nos crentes
24 – Capa | Homocracia totalitária
36 – O império da (in) felicidade
39 – O "Kit Gay" de 302,8 milhões de reais
40 – Entrevista | "Animais gays" – Dra. Claudia Alves
42 – O manifesto evangélico em Brasília
44 – Curtas | O que acontece ao redor do mundo
46 – Blog do editor | Vivendo por conta própria
48 – Dicas de ajuda
Seções:
05 – Editorial
07 – Gabriele Greggersen | A apologética de C. S. Lewis
08 – Cartas dos leitores
09 – Tirinha e enquete
10 – Giro da fé
13 – Frases
14 – Panorama bíblico | Epafrodito, Um Parabolani
50 – Apostasia | Pecados perdoados ou cancelados?
54 – Sola Scriptura | O profetismo bíblico
58 – As deficiências da teologia denominacionalizada
62 – Perfil | David Wilkerson
64 – Bate-papo | William l. Craig – A importância da apologética
66 – Norman Geisler | É possível ser bom sem Deus?
07 – Gabriele Greggersen | A apologética de C. S. Lewis
08 – Cartas dos leitores
09 – Tirinha e enquete
10 – Giro da fé
13 – Frases
14 – Panorama bíblico | Epafrodito, Um Parabolani
50 – Apostasia | Pecados perdoados ou cancelados?
54 – Sola Scriptura | O profetismo bíblico
58 – As deficiências da teologia denominacionalizada
62 – Perfil | David Wilkerson
64 – Bate-papo | William l. Craig – A importância da apologética
66 – Norman Geisler | É possível ser bom sem Deus?
Se "teologia gay" for uma expressão aceitável e coerente com o evangelho, devemos nos perguntar se logo não teremos "teologia zoofílica", "teologia incestuosa", "teologia pedófila" e até "teologia necrofílica". Desenvolver uma teologia cristã apoiada em uma prática sexual condenada pela Bíblia é mais que um paradoxo; é uma blasfêmia. (Eguinaldo Helio)
Eudmarly Sena
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Dica Literária: Deus, Casamento e Família
Chegou em minhas mãos o livro " DEUS, CASAMENTO E FAMÍLIA" da conceituada Edições Vida Nova. O livro é singular no que se propõe a tratar, bem definido e não foge a questões cruciais, desenvolvendo todas sob uma perspectiva genuinamente bíblica, podemos dizer que figura hoje entre os melhores, dentro do tema tratado.
SINOPSE
Vivemos uma crise no que diz respeito ao casamento e à família e somente com um retorno ao fundamento das Escrituras poderemos ter a esperança de recuperar essas instituições. A fim de fornecer um tratamento bíblico e integrado desses temas, os autores examinam o que a Bíblia diz sobre os propósitos que Deus tem para homem e mulher tanto no casamento quanto na vida familiar. Essa análise abrange tópicos como casamento, criação de filhos, solteirismo, homossexualidade, divórcio, novo casamento, contracepção, aborto, o papel de cada sexo e liderança no lar. Portanto, este livro é essencial para todos que buscam uma visão bíblica e uma resposta para os complexos desafios que nossa cultura lança às intenções de Deus para o casamento e a família.
Ao final da obra os autores prepararam um guia de estudo que facilita o aprendizado e é ideal para estudos em pequenos grupos.
FICHA TECNICA
Título: Deus, casamento e família
Subtítulo: Reconstruindo o fundamento bíblico
Código: 100393
Autor: Andreas J. Köstenberger - David W. Jones
Editora: Vida Nova
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 328
Peso: 453 g.
Acabamento: Brochura
Para adquirir o seu clique aqui
Eudmarly Sena
SINOPSE
Vivemos uma crise no que diz respeito ao casamento e à família e somente com um retorno ao fundamento das Escrituras poderemos ter a esperança de recuperar essas instituições. A fim de fornecer um tratamento bíblico e integrado desses temas, os autores examinam o que a Bíblia diz sobre os propósitos que Deus tem para homem e mulher tanto no casamento quanto na vida familiar. Essa análise abrange tópicos como casamento, criação de filhos, solteirismo, homossexualidade, divórcio, novo casamento, contracepção, aborto, o papel de cada sexo e liderança no lar. Portanto, este livro é essencial para todos que buscam uma visão bíblica e uma resposta para os complexos desafios que nossa cultura lança às intenções de Deus para o casamento e a família.
Ao final da obra os autores prepararam um guia de estudo que facilita o aprendizado e é ideal para estudos em pequenos grupos.
FICHA TECNICA
Título: Deus, casamento e família
Subtítulo: Reconstruindo o fundamento bíblico
Código: 100393
Autor: Andreas J. Köstenberger - David W. Jones
Editora: Vida Nova
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 328
Peso: 453 g.
Acabamento: Brochura
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Eudmarly Sena
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Escândalo - A Cruz e a Ressurreição de Jesus - D.A. Carson
Nessa obra, D. A. Carson faz uma analise e exposição de cinco textos bíblicos que falam do ponto central da fé cristã, a cruz e ressureição de Cristo. O objetivo principal de Carson é expor o que as primeiras testemunhas da morte e da ressurreição de Jesus escreveram. As palavras dessas testemunhas estão preservadas na Bíblia e os capítulos deste livro são exposições de cinco passagens da Bíblia que tratam dessas questões.
"O que acontece quando um dos teólogos mais proeminentes do mundo expõe alguns dos textos mais proeminentes da Bíblia? Este livro."
MARK DRISCOLL, pastor, Mars Hill Church, Seattle, EUA
"A clareza de Don Carson em comunicar a Escritura é um grande dom, e neste livro ele o transmite a nós. Este professor pode pregar! Estas são mensagens-modelos sobre passagens cruciais. São meditações deliciosas que instruem nossa mente e alimentam nossa alma. Conteúdo bíblico - franco, vigoroso, solene e consistente - isso é o que Carson nos dá sobre a cruz e a ressurreição de Cristo. Leia, marque, aprenda e alimente seu espírito."
MARK DEVER, pastor, Capitol Hill Baptist Church, Washington DC, EUA
________________________________
Dr. Donald A. Carson é professor pesquisador do Novo Testamento. Possui mestrado em Divindade pelo Central Baptist Seminary, em Toronto, e Ph.D em Novo Testamento pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Carson escreveu ou editou mais de 50 livros, é palestrante ativo, convidado a ministrar em igrejas e ambientes acadêmicos ao redor do mundo.
Fonte: Editora Fiel
"O que acontece quando um dos teólogos mais proeminentes do mundo expõe alguns dos textos mais proeminentes da Bíblia? Este livro."
MARK DRISCOLL, pastor, Mars Hill Church, Seattle, EUA
"A clareza de Don Carson em comunicar a Escritura é um grande dom, e neste livro ele o transmite a nós. Este professor pode pregar! Estas são mensagens-modelos sobre passagens cruciais. São meditações deliciosas que instruem nossa mente e alimentam nossa alma. Conteúdo bíblico - franco, vigoroso, solene e consistente - isso é o que Carson nos dá sobre a cruz e a ressurreição de Cristo. Leia, marque, aprenda e alimente seu espírito."
MARK DEVER, pastor, Capitol Hill Baptist Church, Washington DC, EUA
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Dr. Donald A. Carson é professor pesquisador do Novo Testamento. Possui mestrado em Divindade pelo Central Baptist Seminary, em Toronto, e Ph.D em Novo Testamento pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Carson escreveu ou editou mais de 50 livros, é palestrante ativo, convidado a ministrar em igrejas e ambientes acadêmicos ao redor do mundo.
Fonte: Editora Fiel
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Livros não recomendados: Bem-Vindo, Espírito Santo
Formato: 10 x 17 cm
Páginas: 349
Editora: Bompastor
Autor: Benny Hinn
Páginas: 349
Editora: Bompastor
Autor: Benny Hinn
À semelhança de seus trabalhos prévios, além de algumas exposições bíblicas, o livro é extensamente autobiográfico. Ele contém detalhados relatos pessoais sobre a sua infância, em Israel (p. 73), sobre a influência recebida de seus familiares (pp. 74-76), sobre a sua conversão e momentos difíceis vividos após ela (pp. e 83), e sobre a sua numericamente bem-sucedida carreira, no campo do evangelicalismo moderno. Esta carreira culmina com a fundação do Centro Cristão de Orlando (Orlando Christian Center), uma igreja interdenominacional com mais de sete mil membros registrados (p. 154). Esta linha autobiográfica torna a obra interessante à leitura, e serve de veículo para a canalização das inúmeras experiências extraordinárias relatadas pelo autor, que já fazem parte ordinária de sua vida: por exemplo, ele registra sua conversão em 1972, quando deveria ter entre 20 a 21 anos de idade (P. 21), mas já aos 11 anos teria tido uma "visão do Senhor Jesus," (p. 19) na qual pode observar "as marcas dos pregos em suas mãos" (p.20); . Possivelmente, encontraríamos também, neste aspecto íntimo e pessoal do livro, aliado à fácil linguagem e desenvoltura na narrativa, a explicação pela popularidade e ampla aceitação das suas obras.
Também a exemplo dos livros anteriores, Benny Hinn relata vários diálogos com Deus, com o Espírito Santo, e revelações diretas recebidas dele (exemplos: p. 122 - onde o nome do seu primeiro filho foi revelado, anos antes dele nascer; ou a revelação sobre a sua segunda filha, que "seria uma grande guerreira de oração", na p. 123). Ficamos intrigados com estes relatos: será apenas uma forma hiperbólica de expressão? Será simplesmente uma maneira retórica de registrar a comunhão normal que os crentes mantêm com o Espírito Santo, como aquele que habita em cada um dos preciosos redimidos de Cristo? Será que um crente comum, não iniciado nesta casta super-espiritual, não expressaria as mesmas situações vividas, dizendo o seguinte: "fiquei pensando no assunto, pedindo a orientação de Deus em oração e saí com a convicção de que este deveria ser o curso de ação seguido; ou de que este ou aquele nome honraria a Deus na minha criança; ou ainda, de que deveria aplicar todos os meus esforços, sob a orientação de Deus, para que a minha filha fosse consagrada e uma bênção em sua vida..." Mas não, a forma como Benny Hinn coloca as coisas, transmite a idéia de que ele vive sua vida em um estágio perene de revelação. O extraordinário e o incomum já fazem parte do seu cotidiano. Por exemplo: falando sobre o evangelista inglês Smith-Wigglesworth, famoso por sua atuação no campo da cura e influente na família de sua esposa, ele registra, sem o mínimo grau de questionamento ou cautela, a declaração que "19 pessoas ressuscitaram dos mortos através do ministério dele" (p.117).
Podemos tirar, entretanto, uma conclusão dos seus relatos destas interações com o Espírito Santo: Estes diálogos revelacionais, supostamente mantidos, não constituem garantia de certeza quanto aos passos revelados. Como exemplo disso, temos o registro de seus planos para a fundação de uma igreja. Diz ele que já sabia "que Deus queria que eu começasse uma igreja", e que "também sentia que sabia exatamente onde ela deveria ser: Phoenix, Arizona" (p. 149). Esperar-se-ia que uma revelação tão precisa, advinda da parte de Deus, estaria acima de qualquer reversão posterior. Ocorre que existiram várias "revelações" subsequentes, dadas a amigos colaboradores seus, à sua esposa, e até a um homem a quem ele não conhecia, e que lhe disse: "O Espírito Santo está me dizendo que você deve iniciar uma igreja em Orlando..." (p. 150). Estas "revelações" adicionais (se bem que contraditórias à primeira) o levaram a "ouvir" do Espírito Santo: "Benny, você deve iniciar uma igreja em Orlando" (p. 151).
Qual a nossa conclusão? Que a primeira "revelação" era errônea, mas a segunda verdadeira? Qual o crivo a que devemos submeter as revelações de Benny Hinn, para saber se vêm do Espírito? Temos que aceitar tácita e tranqüilamente estas "revelações" que supostamente advêm do Espírito e que nos são apresentadas como normativas em nossas vidas, quando ele próprio registra a contradição (mas não dá sinais de admitir o exagero retórico de suas colocações)? Temos de responder pelo menos com três sonoros nãos. Não devemos deixar que sejamos manipulados por qualquer um que venha supostamente trazendo a palavra autoritária do Espírito, transcendendo e sobrepondo-se à verdadeira revelação que nos foi dada nas Escrituras Sagradas. Não devemos deixar que experiências pessoais, intangíveis e inverificáveis, nos sejam impingidas como normativas em nossas vidas. Não devemos deixar de exercitar a cautela dos Bereanos.
Este aspecto contraditório do seu ministério, está presente em outras partes do livro. Ele informa que foi dirigido especificamente pelo Senhor para jogar o paletó em cima das pessoas, para que recebessem a unção do espírito (p. 325), mas hoje já não faz mais isso, porque as pessoas passaram a vir "às cruzadas, esperando ver-me tirando o casaco e usando-o como um meio de trazer a unção" (p. 327); ele defende "o riso santo" e descreve como isto ocorreu pela primeira vez, em uma de suas reuniões, em Portugal (p. 329), mas adverte que "quando as pessoas começam a buscar a manifestação ao invés do Mestre, a presença de Deus se retira" (p. 330). Nestas colocações ele aparece no mínimo indiferente ao fato de que o seu ministério é basicamente mais propagador das manifestações do que do próprio Mestre, e que ele é o responsável por incontáveis imitações de suas manifestações. Indagamos ainda: se o Espírito supostamente lhe direcionou a que passasse a jogar o paletó, porque o seu julgamento, de que tal mesura passara a ser inapropriada, iria se sobrepor ao direcionamento anterior do Espírito? Detectamos, no mínimo incoerência com suas próprias premissas.
Os melhores pontos do livro, são aqueles em que ele se refere à Palavra e se limita à exposição bíblica sobre a pessoa e obra do Espírito Santo. Encontramos uma boa exposição da personalidade do Espírito (pp. 45 a 60); da sua divindade (pp. 64 a 72) e ele ocupa dois capítulos, se bem que intercalados com notas autobiográficas sem muito relacionamento com o contexto, com uma exposição dos seus nomes e títulos (capítulos 4 e 5 - pp. 97 a 116 e 124 a 145). Na teoria, ele defende até a posição histórica da Igreja, fazendo referência ao Credo Niceno (p.32), e enaltecendo a forma de tratamento à trindade ali encontrada. Mas a impressão deixada é que essas âncoras bíblicas de conhecimento sobre a pessoa do Espírito Santo, não chegam a ser tão fundamentais assim no desenvolvimento de sua teologia e prática. Esta é muito mais construída nas suas experiências pessoais e extraordinárias do que na Revelação Bíblica que nos ensina quem o Espírito Santo é e o que faz. O "Como Experimentar a Dinâmica", do subtítulo do livro é, na realidade, extraído dos relatos sobre o que aconteceu com o próprio Benny Hinn e com pessoas que o influenciaram, e não como fruto de uma exposição cuidadosa das prescrições bíblicas.
Por exemplo: Numa reunião, ele experimentou o poder do Espírito Santo, descrito como uma "intimidade muito grande com o Senhor, algo maior do que qualquer coisa que eu conhecia, uma experiência que causa impacto na minha vida até hoje" (p. 24). Esta experiência foi precedida por uma ânsia. Esta mesma ânsia é prescrita ao leitor como sendo o passo inicial para que possa ter uma experiência semelhante: "Esta ânsia é muito importante. Na verdade, é a primeira chave para se experimentar a atuação do Espírito Santo..." (p. 25). Hinn não se preocupa se este sentimento ou sensação faz parte das prescrições doutrinárias das Escrituras sobre a pessoa do Espírito Santo e o seu relacionamento com os seus -- a experiência volta a falar mais alto que a Palavra.
Em adição, apesar de Benny Hinn registrar o ensinamento bíblico que o Espírito Santo "nunca exalta a si mesmo, mas sempre glorifica e engrandece o Senhor Jesus" (p. 32) o tratamento dado ao assunto parece demonstrar exatamente o oposto. Este grande ponto, que, no nosso entender é a chave para o desenvolvimento de uma pneumatologia bíblica, é intensamente negligenciado e subvertido pelo movimento pentecostal e neo-pentecostal, resultando nas distorções litúrgicas e doutrinárias observadas nesses segmentos.
O resgate da Cristologia verdadeira, passa pelo reconhecimento e incorporação prática, das explicações de Jesus sobre a obra do Espírito Santo (João 14 a 16) -- ou seja, a Pneumatologia verdadeira é aquela que é Cristocêntrica. Ocorre que tal reconhecimento tem de ir além de meros registros e da retórica, como o faz Benny Hinn, pois eles se anulam quando as experiências se sobrepõem à Palavra. Apesar da declaração contrária, a observação que temos destes segmentos denominacionais e do livro, como um todo, é que espera-se sempre que o Espírito fale de si mesmo.
Para Benny Hinn, as razões motivadoras da Reforma e o grande abismo doutrinário que separa o Catolicismo Romano do Protestantismo Histórico, devem ser meras firulas doutrinárias; simples detalhes insignificantes que não devem se intrometer na interpretação estendida que deve dar ao "ecumenismo interdenominacional" que pratica. Com efeito, ele registra que no início do seu ministério, "um grupo de padres católicos de várias igrejas, patrocinou minhas reuniões no norte do Canadá" (P. 290). Nessa ocasião, foi convidado pela madre superiora de um hospital católico para conduzir um culto, "juntamente com outros três pastores pentecostais e sete sacerdotes católicos" (P. 291). O objetivo daquela visita era a cura, praticada e obtida, naquele hospital.
Estas manifestações são classificadas como "avivamento" (P. 295) e nenhuma menção é feita ao ministrar da cura espiritual à alma, providenciada pelo Evangelho Salvador de Cristo, sem intermediários outros que não o próprio Cristo, sem recursos outros que não a própria fé, que é dom de Deus. Na realidade, o ponto alto daquele "avivamento" foi quando um dos padres, sem entender muito bem o que estava fazendo, percorreu os corredores daquele hospital com o braço levantado, aplicando a cura aos enfermos que encontrava, aplicando a "unção" do Espírito.
Em conclusão, não podemos deixar de notar a ironia que é o fato da grande influência na vida e ministério de Benny Hinn, com suas peculiaridades doutrinárias tão marcantes, ter tido origem em uma igreja Presbiteriana, sob a égide de um ministério feminino, cuja ênfase era totalmente nas prolongadas sessões de cura. Nas páginas 21 a 29 lemos como a sua presença em uma dessas seções de cura, dirigida por Kathryn Kuhlman, na Primeira Igreja Presbiteriana de Pittsburgh, em 1973, foi o ponto de partida de todo a sua carreira formando as características principais que o identificam até os dias de hoje. Ele próprio fala da semelhança do seu ministério "com o de Kathryn" (p. 335). Obviamente esta reunião ocorreu em um segmento do presbiterianismo que já havia ab-rogado os seus fundamentos confessionais (haviam adotado a herética "Confissão de 1967") e que abertamente negligenciava os parâmetros doutrinários e litúrgicos da Reforma, abrigando a ordenação feminina. Como no Brasil temos a tendência de imitar retardadamente os trejeitos e modismos eclesiásticos do mundo religioso norte-americano, ignorando até quando os resultados no país de origem se mostram espiritualmente deletérios, será que não poderíamos enxergar aqui um aviso para nos mantermos, como igreja, fora deste curso perigoso?
Resenha feita por Solano Portela em seu site pessoal.
A leitura deste livro é sem sombras de dúvidas...
Extraído do site: [ Eleitos de Deus ]
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Muito bom!
Terminei de ler o livro "A Verdade Sobre o Cristianismo", é um livro fascinante onde o autor revela a influênia verdadeira do cristianismo principalmente no mundo Ocidental. O que mais gostei é que ele refuta os ateus de forma contundente, com explicações racionais cientificas e históricas. È maravilhoso.
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